Just be, HIM.
Por décadas, o basquete brasileiro foi tratado como nota de rodapé num país obcecado por futebol. As ligas existentes (NBB, CBB) administram o mínimo, sem serem desafiadas a fazer mais. O que existe hoje fala sobre a cultura urbana do basquete sem nunca tê-la vivido — mostra o hype e o estético, mas ignora a alma: o treino no escuro, a quadra sem cobertura, a identidade que o mainstream insiste em não ver. Faltava não um espaço a mais, mas o espaço certo.
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Sport































